Prezados,
Desde criança, por diversos motivos, sempre estive muito
próximo da língua espanhola. O Sul do Brasil recebe uma grande influência na
linguagem, pela proximidade geográfica, e também histórica, com nossos
“hermanos” do cone sul.
Meu pai, imigrante libanês, morou vários anos no
Uruguai (em Rivera, na fronteira brasileira com Santana do Livramento) antes de
se estabelecer em Rio Grande. Temos muitos parentes no Uruguai, país que
frequento há anos. Por isto, o idioma espanhol
é o que melhor falo depois do português.
Mas quero relatar aqui um fato ocorrido em Buenos Aires,
Argentina: fiquei sem saber como atender a um pedido da Olga para fazer uma
compra, por não saber a palavra em espanhol. Pedra pome! E agora?
Bem, vamos tentar. Entrei numa daquelas belas farmácias
seculares do centro antigo, e comecei: “señorita, por favor, yo quiero una
piedra para passar em la piel, en el pié, em las partes mas grosas, para
adelgazar la piel. Me entiende, señorita?” A pronta resposta: “si, si, lo
entiendo señor; tenemos, si, acá llamamos PIEDRA POME”!!!!!!!! Sem comentários!
Mas acho que o fato faz merecer um conselho: aos novatos em
espanhol, não se entusiasmen com a facilidade e a semelhança!
Não é tudo assim
tão óbvio. Por exemplo, “um copo de coca-cola” NÃO É, em espanhol, “um cuepo de cueca-cuela”!
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